Posts tagged ‘expansão de consciência’

12/06/2016

Curando-se


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Nos processos terapêuticos vibracionais há  aceleração e expansão dos campos eletromagnéticos dos corpos das pessoas envolvidas. Uma vez que o local do encontro passa a ser o espaço/tempo de contato com o conflito (ou enfermidade), há que treinar a mente em não se deixar enganchar pela ilusão de um contra o outro, permitindo assim que a energia coagulada se dissolva, até porque a verdade da corrente de cura é que não existe o outro. Somos todos um.

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12/06/2016

Somos pequenas águias


Um dos desafios dos primeiros passos na consciência da unidade é eagle-wallpapercrer que o outro não esteja caminhando bem, em vez de somente tornar-lhe o caminho seguro. A Visão da Águia é ampla, para proteger no não julgamento. Para projetar novas dinâmicas nas realidades coletivas estacionadas, de forma que cada um, no seu tempo, na sua condição, faça seus movimentos e alce o seu próprio vôo.

11/23/2016

Reforma Interior


”    O Grande Aliado

Ao invés de ser contra o que fomos, precisamos aprender uma relação pacífica de aceitação sem conformismo a fim de fazer do “homem velho” um grande aliado no aperfeiçoamento.

 

Meditação da Amizade Com o Homem Velho

A inimizade com o homem velho é extremamente prejudicial ao
desenvolvimento dos valores divinos, porque gastamos toda energia
para combater-nos e não para talhar virtudes e conquistar nossa sombra.     

Trechos colhidos do livro Reforma Íntima Sem Martírio, do espírito Ermance Dufaux e psicografia do Wanderley Soares de Oliveira.

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06/16/2016

Mapa Natal e Relações Espelhos


Informação, busque sempre...

A ilustração não demonstra a totalidade da proposta.

Mapa Natal e Relações Espelhos

Muitas vezes me ví entre dúvidas sobre analisar uma mapa natal e correr o risco de me sentir no direito
de “analisar” algo de alguém, quem fosse.

Um critério me deixou confortável, que foi estabelecer que não faço mapas de terceiros, por exemplo, textos
para alguém dar de presente a outro. É movido pelo interesse de mudar, curar ou esclarecer algo em sua vida que uma pessoa agenda a uma consulta, emprega seu tempo, seu ânimo, sua emoção, seu dinheiro, sua VONTADE…  pouca coisa muda para marionetes, exceto em serem jogados de um lado a outro.

Ao decidir pela terapia com astrologia, a própria decisão determina mudanças no padrão energético em torno do indivíduo. Quando há uma decisão há o emprego da vontade, o direcionamento, e tudo é carregado dessa energia, e é bom aprender que é assim o mecanismo, e é nesse mesmo ponto em que fica demonstrado que é uma decisão ética não realizar o mapa natal de uma pessoa que não deu essa autorização, que não esteja presente e dando expressão à sua vontade.

Ao calcular,  organizar e distribuir as informações de uma carta natal logo se vê, ponto a ponto, o seu ponto oposto. De um lado a outro pode-se projetar um eixo com dois polos opostos. Assim é estabelecida a relação, se há a interferência, antes mesmo da ação, através da intenção e do pensamento, num ponto do eixo, consequentemente o outro ponto responde também. E o mecanismo que demonstra esse fator é a nossa relação com uma parte de nossa consciência que se projeta no outro, com o objetivo de revelar-se e receber interferência. Há a tendência de acreditar num “mal” que o outro provoque, quando na verdade o outro serve de espelho, de instrumento para que localizemos em nós alguma área dos campos emocional e mental importante de ser encontrada antes que se revele através de manifestações físicas no corpo, nas dores e nas doenças.

Assim um mapa além de registrar o céu na hora de um nascimento, segue decodificando as energias predominantes sobre a trajetória de um indivíduo, e decodificar também o padrão de comportamento, diante das circunstâncias  e das outras pessoas em cada campo arquetípico da vida, cada setor, que no mapa chamamos de Casas.

Com efeito, embora a casa do EU seja a Casa 01, e a casa do OUTRO seja a Casa 07, (casa do casamento, associações e relacionamentos), se você propõe lançar consciência sobre a Casa 02, dinheiro e posses, por mérito próprio, é necessário lançar o olhar imediatamente para a Casa 8, das heranças, legado e dinheiro herdado do outro, consequentemente litígio, dissenção, inimizade. Um exemplo.

Essa relação espelhada também tem a função de nos despertar para aquilo que negamos a nós mesmos. Em qual ponto da vida passamos a nos negar o que merecemos?

Márcia Cristina.

12/21/2015

Desfazer o Corpo de Dor Coletivo Feminino


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Porque é que o corpo de dor é um obstáculo maior para as mulheres? Geralmente, o corpo de dor tem
um aspecto coletivo para além do individual. O aspecto individual consiste no resíduo acumulado de dor emocional sofrida no passado da própria pessoa. O aspecto colectivo consiste na dor acumulada na psique colectiva humana ao longo de milhares de anos de doença, tortura, guerra, assassínio, crueldade, loucura, e outras coisas semelhantes. O corpo de dor de cada um de nós partilha igualmente do corpo de dor colectivo. Há diferentes elementos no corpo de dor colectivo. Por exemplo, os países e raças que sofrem formas extremas de violência possuem um corpo de dor mais pesado do que os outros. Qualquer pessoa com um corpo de dor forte, mas sem consciência suficiente para deixar de se identificar com ele, ver-se-á forçada não só a reviver a dor emocional contínua ou periodicamente, mas também a tornar-se um agressor ou uma vítima da violência, dependendo do seu corpo de dor ter uma tendência activa ou passiva. Por outro lado, poderá também estar mais próxima da iluminação. Este potencial não será necessariamente realizado, é claro, mas quem estiver a ter um pesadelo tem mais hipóteses de querer despertar do que alguém que esteja a ter um sonho comum.

Além do seu corpo de dor pessoal, cada mulher tem a sua quota-parte naquilo a que poderíamos chamar o corpo de dor colectivo feminino – a não ser que ela seja plenamente consciente. Este corpo consiste na acumulação da dor sofrida pelas mulheres, devido em parte à subjugação masculina, à escravidão, à exploração, a violações, à dor do parto e à morte de filhos ao longo de milhares de anos. A dor emocional ou física que, para muitas mulheres, precede e acompanha o período menstrual é uma manifestação do corpo de dor colectivo a despertar do seu estado de latência nessa altura, embora isso também possa acontecer em outras ocasiões. O corpo de dor restringe a livre circulação da energia da vida através do corpo, de que a menstruação é uma expressão física. Consideremos com mais atenção este aspecto e vejamos como ele se pode tornar uma oportunidade de iluminação.

Por vezes, o corpo de dor “toma conta” da mulher nessa ocasião. Ele possui uma carga extremamente poderosa que a poderá induzir facilmente a identificar-se inconscientemente com ele. Ela fica então activamente possuída por um campo de energia que ocupa o seu espaço interior e finge ser ela – mas que, é claro, não o é. Fala através dela, age através dela, pensa através dela. Criará situações negativas na sua vida para se alimentar da energia. Quer mais dor, seja de que forma for. Já descrevi o processo. Ele pode ser perverso e destrutivo. É dor pura, dor passada – e não é quem você é.”

Eckhart Tolle, O Poder do Agora, Ed. Pergaminho.

05/12/2015

A Alegoria da Caverna, de Sócrates


A Alegoria da Caverna – texto extraído do livro A República, de Platão (514a-517c).
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Sócrates: Agora imagine a nossa natureza, segundo o grau de educação que ela recebeu ou não, de acordo com o quadro que vou fazer.
Imagine, pois, homens que vivem em uma morada subterrânea em forma de caverna. A entrada se abre para a luz em toda a largura da fachada. Os homens estão no interior desde a infância, acorrentados pelas pernas e pelo pescoço, de modo que não podem mudar de lugar nem voltar a cabeça para ver algo que não esteja diante deles. A luz lhes vem de um fogo que queima por trás deles, ao longe, no alto. Entre os prisioneiros e o fogo, há um caminho que sobe. Imagine que esse caminho é cortado por um pequeno muro, semelhante ao tapume que os exibidores de marionetes dispõem entre eles e o público, acima do qual manobram as marionetes e apresentam o espetáculo. 
 
Glauco: Entendo Sócrates: 
 
Então, ao longo desse pequeno muro, imagine homens que carregam todo o tipo de objetos fabricados, ultrapassando a altura do muro; estátuas de homens, figuras de animais, de pedra, madeira ou qualquer outro material. Provavelmente, entre os carregadores que desfilam ao longo do muro, alguns falam, outros se calam. Glauco: Estranha descrição e estranhos prisioneiros! Sócrates: Eles são semelhantes a nós. Primeiro, você pensa que, na situação deles, eles tenham visto algo mais do que as sombras de si mesmos e dos vizinhos que o fogo projeta na parede da caverna à sua frente? Glauco: Como isso seria possível, se durante toda a vida eles estão condenados a ficar com a cabeça imóvel? Sócrates: Não acontece o mesmo com os objetos que desfilam? Glauco: É claro. Sócrates: Então, se eles pudessem conversar, não acha que, nomeando as sombras que vêem, pensariam nomear seres reais? 
 
Glauco: Evidentemente. 
 
Sócrates: E se, além disso, houvesse um eco vindo da parede diante deles, quando um dos que passam ao longo do pequeno muro falasse, não acha que eles tomariam essa voz pela da sombra que desfila à sua frente? Glauco: Sim, por Zeus. Sócrates: Assim sendo, os homens que estão nessas condições não poderiam considerar nada como verdadeiro, a não ser as sombras dos objetos fabricados. Glauco: Não poderia ser de outra forma. Sócrates: Veja agora o que aconteceria se eles fossem libertados de suas correntes e curados de sua desrazão. Tudo não aconteceria naturalmente como vou dizer? Se um desses homens fosse solto, forçado subitamente a levantar-se, a virar a cabeça, a andar, a olhar para o lado da luz, todos esses movimentos o fariam sofrer; ele ficaria ofuscado e não poderia distinguir os objetos, dos quais via apenas as sombras anteriormente. Na sua opinião, o que ele poderia responder se lhe dissessem que, antes, ele só via coisas sem consistência, que agora ele está mais perto da realidade, voltado para objetos mais reais, e que está vendo melhor? O que ele responderia se lhe designassem cada um dos objetos que desfilam, obrigando-o com perguntas, a dizer o que são? Não acha que ele ficaria embaraçado e que as sombras que ele via antes lhe pareceriam mais verdadeiras do que os objetos que lhe mostram agora? Glauco: Certamente, elas lhe pareceriam mais verdadeiras. Sócrates: E se o forçassem a olhar para a própria luz, não achas que os olhos lhe doeriam, que ele viraria as costas e voltaria para as coisas que pode olhar e que as consideraria verdadeiramente mais nítidas do que as coisas que lhe mostram? 
 
Glauco: Sem dúvida alguma. 
 
Sócrates: E se o tirarem de lá à força, se o fizessem subir o íngreme caminho montanhoso, se não o largassem até arrastá-lo para a luz do sol, ele não sofreria e se irritaria ao ser assim empurrado para fora? E, chegando à luz, com os olhos ofuscados pelo brilho, não seria capaz de ver nenhum desses objetos, que nós afirmamos agora serem verdadeiros. Glauco: Ele não poderá vê-los, pelo menos nos primeiros momentos. Sócrates: É preciso que ele se habitue, para que possa ver as coisas do alto. Primeiro, ele distinguirá mais facilmente as sombras, depois, as imagens dos homens e dos outros objetos refletidas na água, depois os próprios objetos. Em segundo lugar, durante a noite, ele poderá contemplar as constelações e o próprio céu, e voltar o olhar para a luz dos astros e da lua mais facilmente que durante o dia para o sol e para a luz do sol. Glauco: Sem dúvida. Sócrates: Finalmente, ele poderá contemplar o sol, não o seu reflexo nas águas ou em outra superfície lisa, mas o próprio sol, no lugar do sol, o sol tal como é. Glauco: Certamente. Sócrates: Depois disso, poderá raciocinar a respeito do sol, concluir que é ele que produz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível, e que é, de algum modo a causa de tudo o que ele e seus companheiros viam na caverna. Glauco: É indubitável que ele chegará a essa conclusão. Sócrates: Nesse momento, se ele se lembrar de sua primeira morada, da ciência que ali se possuía e de seus antigos companheiros, não acha que ficaria feliz com a mudança e teria pena deles? 
 
Glauco: Claro que sim.
 
 Sócrates: Quanto às honras e louvores que eles se atribuíam mutuamente outrora, quanto às recompensas concedidas àquele que fosse dotado de uma visão mais aguda para discernir a passagem das sombras na parede e de uma memória mais fiel para se lembrar com exatidão daquelas que precedem certas outras ou que lhes sucedem, as que vêm juntas, e que, por isso mesmo, era o mais hábil para conjeturar a que viria depois, acha que nosso homem teria inveja dele, que as honras e a confiança assim adquiridas entre os companheiros lhe dariam inveja? Ele não pensaria antes, como o herói de Homero, que mais vale “viver como escravo de um lavrador” e suportar qualquer provação do que voltar à visão ilusória da caverna e viver como se vive lá? 
 
Glauco: Concordo com você. 
 
Ele aceitaria qualquer provação para não viver como se vive lá. Sócrates: Reflita ainda nisto: suponha que esse homem volte à caverna e retome o seu antigo lugar. Desta vez, não seria pelas trevas que ele teria os olhos ofuscados, ao vir diretamente do sol? 
 
Glauco: Naturalmente. 
 
Sócrates: E se ele tivesse que emitir de novo um juízo sobre as sombras e entrar em competição com os prisioneiros que continuaram acorrentados, enquanto sua vista ainda está confusa, seus olhos ainda não se recompuseram, enquanto lhe deram um tempo curto demais para acostumar-se com a escuridão, ele não ficaria ridículo? Os prisioneiros não diriam que, depois de ter ido até o alto, voltou com a vista perdida, que não vale mesmo a pena subir até lá? E se alguém tentasse retirar os seus laços, fazê-los subir, você acredita que, se pudessem agarrá-lo e executá-lo, não o matariam?
 
 Glauco: Sem dúvida alguma, eles o matariam. 
 
Sócrates: E agora, meu caro Glauco, é preciso aplicar exatamente essa alegoria ao que dissemos anteriormente. Devemos assimilar o mundo que apreendemos pela vista à estada na prisão, a luz do fogo que ilumina a caverna à ação do sol. Quanto à subida e à contemplação do que há no alto, considera que se trata da ascensão da alma até o lugar inteligível, e não te enganarás sobre minha esperança, já que desejas conhecê-la. Deus sabe se há alguma possibilidade de que ela seja fundada sobre a verdade. Em todo o caso eis o que me aparece tal como me aparece; nos últimos limites do mundo inteligível aparece-me a ideia do Bem, que se percebe com dificuldade, mas que não se pode ver sem concluir que ela é a causa de tudo o que há de reto e de belo. No mundo visível, ela gera a luz e o senhor da luz, no mundo inteligível ela própria é a soberana que dispensa a verdade e a inteligência. Acrescento que é preciso vê-la se quer comportar-se com sabedoria, seja na vida privada, seja na vida pública. 
 
Glauco: Tanto quanto sou capaz de compreender-te, concordo contigo. 
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