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Sweet Chestnut – da noite escura, para uma nova manhã


“Quando mente ou corpo estão estão no limite das forças e nada mais podem fazer” Dr. Bach. Desespero extremo em que a pessoa acredita que chegou ao limite da resistência, quando sente que o sofrimento vai além de tudo o que um ser humano pode suportar. A pessoa se sente desamparada e desprotegida.

SweetChestnut

Ocorre que os arquivos mentais já não servem mais de modelos para o entendimento. Nesse momento de transição, há a confrontação da personalidade consigo mesma e a sua tentativa de não se render ao novo estado de consciência, já instalado no indivíduo.

O Floral Sweet Chestnut nos coloca em contato com a verdade de que é preciso vir a noite para ver o novo dia. De que todos os desenvolvimentos ocorrem ciclos, no eterno e natural morrer e nascer. Nesse processo carecemos profundamente  da entrega para alcançar a percepção do momento certo em que devemos, conscientemente, por escolha, de entregar-nos à direção de uma instância superior. Rendição… é chamado o Floral da Redenção.

Namas-te!

Márcia Cristina.

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Você merece sofrer?


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“AVALIANDO A NÓS MESMOS QUANDO FOMOS MENOS QUE PERFEITOS

Numa atividade de rotina em meus seminários, peço aos participantes que se lembrem de alguma ocasião recente em que eles fizeram alguma coisa que gostariam de não ter feito. Em seguida, observamos como eles falaram consigo mesmos imediatamente após terem cometido o que em linguagem comum chamamos de “erro”. Algumas frases típicas são: “Isso foi burrice!”; “Como pude fazer uma coisa tão idiota?”; “O que há de errado comigo?”; “Estou sempre pisando na bola”; “Isso foi tão egoísta!”

Essas pessoas foram ensinadas a julgar a si mesmas de um modo que implica que o que elas fizeram foi errado ou ruim; sua autorrecriminação implícita pressupõe que elas merecem sofrer pelo que fizeram. É trágico que tantos de nós fiquemos enredados no ódio por nós mesmos, em vez de nos beneficiarmos dos erros, que mostram nossas limitações e nos guiam em direção ao crescimento.

Mesmo quando às vezes “aprendemos uma lição” com os erros pelos quais nos julgamos com tanta severidade, preocupo-me com a natureza da energia por trás daquele tipo de mudança e aprendizado. Eu gostaria que a mudança fosse estimulada por um claro desejo de melhorar nossa vida e a dos outros em vez de por energias destrutivas como a vergonha ou a culpa.”

Comunicação Não – Violenta – Técnicas Para Aprimorar Relacionamentos Pessoais e Profissionais – Rosenberg, Marshall B. – Ágora