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Que essa mensagem chegue até você como um afago


Minha intenção é que essa mensagem chegue até você como um afago,

te desejo alento, acolhimento, conforto saúde e toda forma de beleza e prosperidade!

Tua alma é um templo sagrado que não deve ser profanado por sentimentos baixos contra você mesma.

Ao oferecermos para nós mesmas 

generosidade, compreensão e autoaceitação, nossas travas se rompem, nossa energia cresce e se identifica com tudo isso de prosperidade que estiver no externo e então assim construímos esse novo caminho em que recebemos tudo de volta, em um positivo fluxo e refluxo de energia.

Tem se falado em era de aquário, mas pouco se fala em termos práticos do que isso representa. Representa que nos movimentos do bailado universal, o nosso planeta está entrando um local do espaço mais luminoso, onde a energia fica mais sutil e veloz. Com isso, certas situações ficam agudas mais rapidamente, mais à vista, mais às claras, para que definitivamente cumpram com seus propósitos e liberem espaço, para que se instale a igualdade e a generosidade.

Aqui é possível recriar-se!

O simbolismo de “aquário” é distribuir generosamente e igualitariamente. Isso acontece melhor quando as coisas estão às claras, não para demonstrar aos outros, mas sim dentro de nós. Clareza para conosco.

Aqui somos capacitados em expressar o divino na Terra, elevando a nossa condição em totalidade, sem segregação, integrando todas as memórias e experiências, de alegria e de dor, recriando nosso estado interior e irradiando para o mundo, natural e consequentemente.

E a minha intenção é que essa mensagem chegue até você como um afago.

A alma é feminina e a natureza é feminina. Também por isso a mulher é mais sensível à mudanças ambientais e, muitas vezes sem saber como identificar o que sente, pode ser mal compreendida em seus comportamentos e expressões emocionais.

A condição da mulher, sendo portal de vida no mundo ou não, é matriz da criação e aí residem generosidade e criatividade, e essas duas têm mil faces, não somente a de procriar. 

Impedida dessa criatividade, a mulher acumula como suas as memórias de dor das suas antepassadas, ocasionadas nas transições civilizatórias.

E em termos evolutivos, as escrituras antigas revelam que o homem necessita da mulher para evoluir, enquanto que a mulher  nasce em um portal de energia superior ao do homem. Ou seja, não é melhor do que ele, mas detém atributos indispensáveis e em maior escala.

Acho que essa informação ajuda a esclarecer muita coisa, eu assim espero.

A minha intenção, é que essa mensagem chegue até você como um afago!

Somos todos OM, terminações de pétalas da mesma flor.

Márcia.

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Não existe o acaso


Ouse confiar em sua capacidade: há uma parte de você que sabe tudo e vai repetir-lhe as lições até que aprenda, e se encontrem.

Água e Flor.

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Desfazer o Corpo de Dor Coletivo Feminino


“DESFAZER O CORPO DE DOR COLETIVO FEMININOwpid-fb_img_1429963480425

Porque é que o corpo de dor é um obstáculo maior para as mulheres? Geralmente, o corpo de dor tem
um aspecto coletivo para além do individual. O aspecto individual consiste no resíduo acumulado de dor emocional sofrida no passado da própria pessoa. O aspecto colectivo consiste na dor acumulada na psique colectiva humana ao longo de milhares de anos de doença, tortura, guerra, assassínio, crueldade, loucura, e outras coisas semelhantes. O corpo de dor de cada um de nós partilha igualmente do corpo de dor colectivo. Há diferentes elementos no corpo de dor colectivo. Por exemplo, os países e raças que sofrem formas extremas de violência possuem um corpo de dor mais pesado do que os outros. Qualquer pessoa com um corpo de dor forte, mas sem consciência suficiente para deixar de se identificar com ele, ver-se-á forçada não só a reviver a dor emocional contínua ou periodicamente, mas também a tornar-se um agressor ou uma vítima da violência, dependendo do seu corpo de dor ter uma tendência activa ou passiva. Por outro lado, poderá também estar mais próxima da iluminação. Este potencial não será necessariamente realizado, é claro, mas quem estiver a ter um pesadelo tem mais hipóteses de querer despertar do que alguém que esteja a ter um sonho comum.

Além do seu corpo de dor pessoal, cada mulher tem a sua quota-parte naquilo a que poderíamos chamar o corpo de dor colectivo feminino – a não ser que ela seja plenamente consciente. Este corpo consiste na acumulação da dor sofrida pelas mulheres, devido em parte à subjugação masculina, à escravidão, à exploração, a violações, à dor do parto e à morte de filhos ao longo de milhares de anos. A dor emocional ou física que, para muitas mulheres, precede e acompanha o período menstrual é uma manifestação do corpo de dor colectivo a despertar do seu estado de latência nessa altura, embora isso também possa acontecer em outras ocasiões. O corpo de dor restringe a livre circulação da energia da vida através do corpo, de que a menstruação é uma expressão física. Consideremos com mais atenção este aspecto e vejamos como ele se pode tornar uma oportunidade de iluminação.

Por vezes, o corpo de dor “toma conta” da mulher nessa ocasião. Ele possui uma carga extremamente poderosa que a poderá induzir facilmente a identificar-se inconscientemente com ele. Ela fica então activamente possuída por um campo de energia que ocupa o seu espaço interior e finge ser ela – mas que, é claro, não o é. Fala através dela, age através dela, pensa através dela. Criará situações negativas na sua vida para se alimentar da energia. Quer mais dor, seja de que forma for. Já descrevi o processo. Ele pode ser perverso e destrutivo. É dor pura, dor passada – e não é quem você é.”

Eckhart Tolle, O Poder do Agora, Ed. Pergaminho.

Lua Minguante – Natureza e Ciclos Internos


A Lua influencia os processos líquidos na Terra, nos reinos mineral, vegetal e animal. A maré fica rasa, a seiva da planta vai para a raiz, então é hora de colher raízes.

Essa fase lunar é semelhante ao outono, pois apresenta um recolhimento, a luz está minguando. Em nós humanos, quando buscamos a sincronicidade com os processos naturais, podemos fazer esse recolhimento e olhar as necessidades internas, aquelas que reprimimos para estar em conformidade com a “exigência social”. Em nosso corpo o outono ou a Lua Minguante propõe esse recolhimento e também o contato com a a profundidade da Terra, o nosso descer para a raiz.

Descendo à raiz, a força criadora é aumentada,  terra é criatividade e se expressa também na energia sexual que a força da criação.

Essa fase lunar, outonal, pré invernal, seguimos ao encontro  dos fatores internos de repressão. Eles cristalizaram, em boa parte pela razão de estarmos num contexto social de bloqueio da espontaneidade e  orientado para a falta de sintonia com as experiências internas naturais. Assim negada, a força criadora acaba por se desqualificar e influenciar ou favorecer a comportamentos, intenções, ações e criações confusas, de baixa expectativa.

Lua Minguante vivenciada com consciência é favorável à nossa ânima, aquela que se dedica à sincronização com os processos naturais, uma descida amorosa em direção as  raízes, aos arquivos rejeitados, nessa descida, podemos olhar de novo sob uma nova perspectiva, requalificando memórias, reintegrando experiências. Assim cumprimos com a nossas ocultas, silenciosas, sublimes, doces e esplendorosas missões.

Márcia Cristina.

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Lua Cheia – Natureza e Ciclos Femininos


A coragem para sair de dentro de si, doar, cria nova realidade para si mesma.
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Meditar é bom sempre. Meditar com as  Luas é melhor. Na super lua é melhor ainda!

 

A Lua rege as águas. A água rege a memórias relativas à criação e perpetuação, fertilidade e, embora sejam atributos considerados dentro de uma esfera feminina, esse pensamento é limitado e incompleto!

No corpo do homem, a fertilidade ou saúde reprodutora é afetada de forma direta pelos problemas urinários e é a partir dos rins que saem todos os canais de energia fluídica do corpo humano. Um rim é regido pela força feminina e o outro pela força masculina e ambos representam  a memória ancestral e fazem a filtragem do líquido no corpo.

Na astrologia a lua representa se relaciona com nossa memória passada e infância, e interfere na nossa capacidade de adaptabilidade no mundo. E o trabalho emocional ainda é muito precário entre os homens.

Amanhã a Lua vai chegar ao ponto mais próximo da Terra: as marés sobem… momento que pede sensibilidade e suavidade, para receber o que vem à tona, para perceber o recado que trazem os presentes trazidos à superfície. Reavaliações.

Para uma boa analogia, saibamos que nessa época são colhidas as plantas medicinais.

Ponto máximo de influência da Lua sobre a Terra, a Lua Cheia representa a abundância, fertilidade, que se reflete nos líquidos dos corpos, nas marés e seivas das plantas.

Nessa sincronicidade com a abundância da Lua Cheia, temos a capacidade de empatia e partilha aumentada. Se isso é conduzido com harmonia, podemos ter boas trocas e novas percepções sobre as coisas.

Se há aspectos interiores que precisem ser harmonizados, ocorrem reações emotivas e, geralmente nas mulheres as lágrimas, aparentemente sem explicações, dado o potencial de empatia e envolvimento.

Os diversos organismos vivos se organizam ao ponto da sincronicidade  com os ciclos da natureza, que recebem influência direta do Sol e da Lua. A Lua Cheia é o verão da Lua, quando o Sol com sua luz e calor toma todo o disco visível da Lua… as marés sobem. E as marés terrestres também sobem, pois boa parte do interior da Terra está na forma pastosa e os continentes bóiam sobre essa pasta. Teu chão tá firme? São grandes as influências.

 

Assim é a cura pelo holismo, uma consciência de pertencimento e sincronicidade, onde tudo se reflete em tudo.

Beijos enluarados!

Márcia Cristina.

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Aleitamento materno


Cura e seios: Hipócrates relata que as Amazonas tinham por tradição mutilar e cauterizar o seio direito dos bebês meninas, para que amama1 força se direcionasse aos resultados de batalha e manuseio de arco e flecha.
Como a Mãe Terra que tira de si para nos alimentar, assim é a mamífera, curadora de si e do outro, uma dádiva divina, um resgate.

Você não amamentou? É assim mesmo, a cada um o que é seu. Não há culpas e castigos. Esse tempo passou. Hoje tudo é consciência e intenção. Meditar sobre a amamentação também ajuda a gente a se curar de “coisas que a sociedade” nos impõe e nem sempre temos condições de realizar.

 

Na verdade não é uma imposição. Ao contrário, a vida moderna foi quem tirou o lugar importante que o aleitamento materno tem na organização da família. Família é um núcleo de aprendizagem de valores e construções além do que podemos alcançar com o pensamento comum. É necessário interiorizar e mergulhar nesse entendimento.

Amamentar dói. Nos causa mal estar físico. Para muitas, aumenta ainda mais a sensação de que ficou alienada da vida, da atenção do marido, da beleza, do seu círculo social. Sim isso e verdade.

A maior representação do quanto é sagrado o amamentar, é  o grau do sacrifício que a mãe  se impõe para dar a um ser indefeso o que lhe é necessário para que sobreviva.

O aleitamento materno contém toda a nutrição necessária ao desenvolvimento cerebral e orgânico,  tecidos, membranas, ossos, química, sangue, defesa contra organismos invasores e principalmente: defesa psicológica. Para o pequeno SER, ser alimentado significa que foi aceito e está protegido.

Feliz do homem que se dedica a proteger esse processo vital.

Gratidão,

Márcia Cristina.