Mindfulness – O Cultivo do Estado de Presença – Introdução

ou o cultivo da atenção plena

Essa Técnica de Atenção Plena e Cultivo do Estado de Presença foi uma das chaves da minha transformação pessoal, tem suas bases em posturas filosóficas milenares  e torna-se um meio, um canal, desse premente,  fundamental, compartilhar de  informações que estruturalmente tem auxiliado a humanidade a dar seus passos adiante, em direção ao seu desenvolvimento. 

Todo terapeuta buscador ambientado nas mecânicas do universo é comprometido com essa difusão harmônica, desprovida da necessidade do convencimento e da  manipulação das outras consciências, somos todos pétalas da mesma flor.

Ao longo dos anos experimentei vários tipos de meditação e cada uma delas me trouxe um elo que faltava para compreender que havia um item importante e conectado com a atualidade humana. Desde a Medicina Psico-Espiritual, a Xamânica, o Budismo, O Taoísmo, o Bhagavad Gita;  a informação  que me abriu os olhos e a percepção do trampolim para a próxima volta, aquela que transforma o círculo em espiral, o imput para essa Meditação possível e eficaz do nosso tempo, foi o texto sagrado do  Dhammapada,  junto com o Yoga Integral, de Sri Aurobindo. Assim foi para mim, mas não é igual para todo mundo. Está tudo bem.

Cada “praticante” terá a sua própria história, a narrativa do seu caminhar até aqui, as suas próprias fases de percepção ou construção, pois é assim que o conhecimento puro atua, no modo apropriado para cada pessoa, na alquimia interna e pessoal de cada indivíduo.

Mindfulness

Meditação da Atenção Plena, O Cultivo do Estado de Presença

Não tem vínculos religiosos

Bases Histórico-Filosóficas

No geral, sempre que os assuntos giram em torno da Meditação a primeira imagem que se oferece à mente é a de Buda, que não fundou instituição religiosa, mas instruiu, realizou e deixou premissas e exemplos para todos os seres humanos; então muitas vezes vamos focar nas lições de Buda, mais acessíveis, sem paixões religiosas e porque suas lições abarcam as lições de todos os outros iluminados, em uma acessibilidade mais ecumênica,  liberta de doutrinas arrogantes e julgadoras e de exclusivismo, assim como outros iluminados também foram (e foram mal interpretados durante e e depois);

Vamos focar em outros eventos mais orientais e não propriamente no Budismo, ou no Taoismo, ou Cristianismo, o Estoicismo, Gnosticismo, Indianismo, Shivaismo, e até Xamanismos …  sinto que mais à frente será possível entender com clareza a importância de evitar a fixação à uma esfera filosófica única.

“Buda nasceu príncipe na tribo Shakya cerca de 2.500 anos atrás, em uma cidade chamada Lumbini, localizada no atual Nepal. Seu nome de família era Gautama, seu nome próprio era Sidarta. Como príncipe, ele foi abençoado com uma vida de riquezas. No entanto, ele ficou profundamente perturbado com os problemas de sua vida e saiu de casa aos 29 anos para se tornar monge. Após seis anos de prática ascética, ele percebeu o Caminho aos 35 anos em Bodhgaya. Naquele tempo, ele se tornou o “Buda” (Desperto). A partir de então, ele expôs vários ensinamentos exemplificados pela lei da causalidade, a impermanência de todas as coisas, todas as coisas estão sem o eu, a paz e a tranquilidade do nirvana, e toda a existência está sofrendo. (Texto da Comunidade Daissen)

De novo:  “lei da causalidade, a impermanência de todas as coisas, todas as coisas estão sem o eu, a paz e a tranquilidade do nirvana, e toda a existência está sofrendo.”

De novo:  “lei da causalidade, a impermanência de todas as coisas, todas as coisas estão sem o eu, a paz e a tranquilidade do nirvana, e toda a existência está sofrendo.”

De novo:  “lei da causalidade, a impermanência de todas as coisas, todas as coisas estão sem o eu, a paz e a tranquilidade do nirvana, e toda a existência está sofrendo.”

Aonde está o Eu?

De tempos em tempos as verdades universais são traduzidas em uma linguagem mais corrente, mais atualizada e acessível, contudo essas verdades são necessariamente fragmentadas, para que a humanidade possa recebê-las, gota a gota, homeopaticamente, e um exemplo que gosto de citar é o seguinte: ou assista os vídeos de uma hora e meia do Sr. Krishnamurti, ou leia o best seller O Poder do Agora, do Eckhart Tolle (eu gosto dos dois) – mas é uma boa referência de comparação, para a ideia que transmito aqui.

O Eu está preso nas preocupações da época atual.

Nas épocas passadas as preocupações eram outras…

Mas eram preocupações e o Eu estava com a mente presa lá também.

Quando lembramos que “somos seres divinos vivendo uma experiência terrena” começamos a libertar o Eu das sapequices da Mente.

Na estrutura energética do nosso corpo, temos 3 corpos que se sobrepõem ao Corpo Físico, o Corpo Anímico e o Corpo Mental.

Se considerar a idade da humanidade, vai perceber que o Corpo Mental é o caçula. Considere uma jovialidade estimulada por tudo, saindo selvagem a buscar espaços, amplidões e experiências… demorando a perceber que precisa silenciar para ouvir o que vem do mais sutil… não é senhor de si,  tantas vezes suscetível aos enganos, por falta de experiência, por ser tão jovem… e aonde? Aonde se apresenta de primeira esse campo de experiências? Aonde é essa realidade, já que a mente não silencia para se unir ao sutil? Esse campo de experiências se dá em …

um lugar onde impera a De novo:  “lei da causalidade, a impermanência de todas as coisas, todas as coisas estão sem o eu, a paz e a tranquilidade do nirvana, e toda a existência está sofrendo.”

Se ame, se cuide,

Somos todos pétalas da mesma flor

Márcia Cristtal

Água e Flor

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