Archive for novembro, 2013

11/27/2013

Rock Water


agua roca

Rock Water

a essência da flexibilidade

da disciplina dogmática para a ponderação

Qual a verdade que preciso compreender melhor?
Os ideais são indicadores que nos mostram para onde devemos ir, mas não escalas pelas quais possamos medir concretamente nosso desempenho. Somente nossa orientação interior tem a visão global do nosso plano de vida e nos conduzirá de modo que todos os aspectos da nossa personalidade alcancem um desenvolvimento harmonioso. A vida não é um esporte competitivo, mas uma dança cósmica.
Qual a decisão que me faz entrar em contato com a minha orientação interior?
Em abro a todos os aspectos do meu ser e respondo com flexibilidade ao movimento ondulatório do meu fluxo vital. Assim alcanço minha meta com segurança.
Eis como identifico o crescimento do meu potencial positivo Impatiens:
“Consigo perceber melhor e admitir as minhas necessidades vitais. Agora produzo mais, sem me forçar a chegar onde quero. Minha conduta com relação ao ambiente tornou-se mais natural.”

Aqui não se trata de uma planta, mas de água proveniente de fontes naturais em áreas não tocadas pela civilização, ainda encontrada em muitas partes da Inglaterra.

Rock Water relaciona-se com as qualidades da alma ligadas a adaptabilidade e à liberdade interior. A pessoa no estado negativo do tipo Rock Water vê-se  enredada em máximas e ideias teóricas rígidas, divorciadas da realidade.

Depois de erguerem um monumento de pedra de elevados ideais espirituais, diretrizes morais e conceitos perfeccionistas de saúde, tais pessoas se sentem insignificantes diante dessa imagem monumental.

A pessoa no estado negativo de Rock Water negará a si mesma muitas coisas que tornam a vida de cada dia agradável e divertida, na crença de que elas não se coadunam com a visão rígida e, muita vez, positivamente ascética, da vida. Sendo abstêmio, numa festa de casamento será o único a não erguer a taça de champanha a fim de brindar o casal feliz, sorrindo modestamente enquanto pede um copo d’água mineral.

As pessoas do tipo Rock Water querem sempre estar na melhor forma, tanto mental quanto física, e seguirão com entusiasmo todo o curso que puder leva-los a esse resultados. O homem que aparece na piscina às 7 horas da manhã, de pois de haver feito cooper pelas matas, que dá, obstinado, cinquenta voltas na piscina, e , depois disso se senta, circunspecto, diante de um desjejum especialmente preparado representa o tipo clássico de Rock Water.

A pessoa no estado extremo também quer ser um exemplo para os demais; espera tranquilamente induzir os outros a adotarem suas ideias, de modo que estes também encontrem “o caminho certo”. Membros ocidentais de seitas religiosas orientais, caminhando pelas ruas da cidade em trajes étnicos e silenciosa dignidade, encarnam esse aspecto do estado Rock Water.

Muitas pessoas do tipo Rock Water querem ser santos enquanto ainda estão na terra. Estabelecerão para si mesmos padrões de princípios elevados, sobretuto os que são, de certo modo, tangíveis e podem ser eliminados. Passarão, por exemplo, horas do dia praticando exercícios de ioga, aderirão rigorosamente a princípios macrobióticos, ou farão orações rituais específicas onde quer que estejam.

Suas teorias e ideias extremamente ambiciosas caracterizam-se amiúde por derivar de tradições antigas, que realizaram grandes coisas em seu tempo e em seu lugar, mas que, já não sendo compatíveis com o século XX, são, portanto, difíceis de por em obra. As pessoas no estado negativo de Rock Water, não se dão conta disso e torturam-se com censuras dirigidas a si mesmos quando as exigências da monótona vida quotidiana lhes tornam impossível cumprir a sua quota diária de treinamento. Isto naturalmente, lhes prejudicará mais o desenvolvimento do que horas de respiração, oração, meditação, etc., seriam capazes de contrabalançar.

Uma pessoa no estado do tipo Rock Water não é um bom parceiro em discussões. Quer se tratre de política, de poluição ambiental, ou de um tema filosófico, a pessoa se aferra a uma visão muito obstinada do que cuidou ser o certo opara si mesmo. O que não se ajusta ao seu próprio projeto é simplesmente passado ao alto.

Entretanto, à diferença do tipo Vine, essa pessoa não tentará impor sua própria filosofia à outra, pois não tem mãos a medir tentando satisfazer aos padrões exagerados que ela mesma  se impôs. Existe mais que uma tendência no estado negativo de Rock Water para a presunção, uma forma sublime de orgulho espiritual, a hipocrisia.

Uma pessoa no estado de Rock Water não entende a coerção interior constantemente aplicada, e o fato de estar constantemente suprimindo necessidades humanas importantes. Não põe reparo na extensão em que emprega diariamente a força sobre si mesma, nem o grau em que o prazer da vida é sufocado por disciplinas auto impostas. Essas exigências, constantes e exageradas para consigo mesma, se expressam mais cedo ou mais tarde em muitas formas diferentes de inflexibilidade no nível físico.

Uma pessoa no estado negativo de Rock Water identifica-se mentalmente com princípios suprapessoais. Altamente cristalizada, a personalidade se congela em certas decisões, deixando de lado as exigências da realidade. Quer ser o que julga que é bom, e de maneira alguma o que identificou como não bom. É possível, todavia, que ela acredite não serem boas algumas coisas ainda necessárias ao seu desenvolvimento. E é possível que as que considera boas não estejam ainda programadas para o atual ciclo de vida.

Reside o erro numa voluntariedade excessiva e num enfoque material errado. A personalidade deseja forçar o desenvolvimento espiritual, egoisticamente, confundindo o efeito externo com a causa interna. Não percebe que o efeito externo, como seria, por exemplo uma mudança no estilo de vida, surgirá por si, depois que se oferecerem as condições interiores para isso. Esqueceu que certas formas de vida são a consequência e não a causa, do crescimento espiritual.

Ao querer por em execução mudanças externas que contrariam o propósito íntimo da alma, a personalidade luta com o Eu Superior, em vez de deixar-se guiar por ele. Mais do que tudo, deixa de compreender que não conseguirá o domínio de si mesma, tentando concentrar-se em si, senão, pelo contrário, esquecendo-se no serviço de outros.

As pessoas no estado negativo de Rock Water precisam ser estimuladas a encarar a sua verdadeira personalidade frente a frente, cientes de que ninguém é perfeito e renunciar a teorias arrogantes, entregando-se, ao invés disso, às ondas da vida real, que alisam as arestas ásperas de todas as rochas.

Os que necessitam  de Rock Water devem lançar de si suas férreas restrições e não mais negar a si mesmos os prazeres da vida. Interessante é a observação de um sensitivo que, tendo tomado Rock Water sentiu-se suavemente acariciado por todo o corpo, experimentando um “renascimento na realidade”, segundo a própria expressão.

As pessoas no estado positivo de Rock Water podem ser descritas como idealistas adaptáveis, capazes de por de lado seus princípios e convicções muito enaltecidos quando confrontadas com novas percepções intuitivas e verdades maiores. Mantêm a mente aberta. Usam disciplina no monitoramento constante de seus ideais, em sua situação de vida real. Dessa maneira serão capazes, no desenrolar do tempo, de levar verdadeiramente a cabo muitos dos seus ideais, o que fará delas um exemplo para os outros.

Os casos extremos de Rock Water não são muito comuns. Não obstante, o floral Rock Water é indicado com frequência, pois todos temos áreas da personalidade em que as necessidades, conscientemente ou inconscientemente são suprimidas.

Sintomas chave

Para os que são duros consigo mesmos, têm opiniões rigorosas e rígidas; necessidades internas suprimidas.

Sintomas devido ao bloqueio de energia

Grande perfeccionista

Submete a vida a teorias dogmáticas e as vezes a ideias exagerados.

Nega-se a si mesmo muita coisa, na crença de que não é compatível com seu conceito de vida; perde muito do prazer da vida.

Duro consigo mesmo,; faz quando lhe é possível para atingir a melhor forma e permanecer nela, autodisciplina.

Estabeleceu os padrões mais elevados para si e obriga-se, quase a ponto de chegar ao abandono de si próprio, a viver de acordo com eles.

Não se dá conta das compulsões sob as quais vive.

Tem um conceito errado de espiritualidade: agarra-se a determinado aspecto acessível – técnica de meditação, dieta especial, etc.) e faz dele uma vaca sagrada.

Acredita que os desejos mundanos inibem o desenvolvimento espiritual, deseja ser santo enquanto está na terra.

Suprime necessidades físicas e emocionais importantes, nega-se a si próprio.

Cai na própria armadilha quando medita , porque “quer” em demasia.

Não interfere na vida dos outros, pois está inteiramente preocupado com a perfeição pessoal.

Recrimina-se quando se vê incapaz de manter a disciplina imposta a si mesmo.

Suas necessidades físicas não estão bem integradas: mulheres frequentemente tem dismenorreia.

Muita tensão no corpo físico – especialmente nos músculos e juntas.

Transformação potencial posterior

Idealista de mente aberta; capaz de abrir mão de teorias e princípios, se se vir confrontado com novas introspecções e verdades mais profundas.

Não se permite ser influenciado por outros, sabendo que as introspecções certas deverão ser encontradas dentro de si mesmo, no momento certo.

Capaz de trazer à fruição grandes ideais.

A alegria na vida e a paz interior fazem dele um exemplo natural para os outros.

Medidas de apoio

Não se agarre – em nenhum sentido.

Permita a si mesmo gozar de mais prazeres e divertimentos mundanos.

Pratique o exercício de tornar mais clara a distinção entre a teoria e a prática; não subscreva irrestritamente as teorias dos outros, mas julgue por si o que é bom e o que não é.

Faça exercícios físicos sem impor regras rígidas

Afirmações positivas para praticar

Estou aberto a novas percepções intuitivas e experiências.

Dou a todos os aspectos de minha vida o que lhes é devido

Deixo as coisas acontecerem.

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11/06/2013

Medicina das Funções – Diáteses


A Medicina das Funções é um desdobramento da Medicina Vibracional (reconhecida pela OMS) em cujo tratamento se enquadra a terapêutica de ingestão de microminerais sob a forma de altas diluições, que agem através da nutrição celular na dimensão bioenergética do indivíduo.

A Medicina Funcional tem suas bases nos trabalhos de Gabriel Bertrand e de Jacques Menétriér, iniciados no final do Século XIX e nas primeiras décadas do século XX.

Gabriel Bertrand, do Instituto Pasteur de Paris, demonstrou a importância dos microminerais que, encontrados em ínfimas quantidades em organismos vivos tinham papel fundamental como biocatalisadores das reações enzimáticas. Esses minerais receberam o nome de oligoelementos por Jacques Menétriér .

Os oligoelementos favorecem a troca metabólica permitindo ao organismo manter-se equilibrado.

Jacques Menétriér desenvolveu a Tese das Diáteses em 1932, comprovando que o uso clínico dos microelementos ou oligoelementos corrige o terreno biológico dos pacientes, impedindo o aparecimento de doenças em sua forma lesional.

A “Medicina das Funções”, propõe tratar o paciente num estado entre a saúde e a doença, ou seja, no nível funcional.

Terreno biológico compreende o fator endógeno dos desequilíbrios do organismo e cada estado apresenta condição para a manifestação das doenças.

Uma diátese corresponde a um “Tipo” – é um conjunto de características que definem um perfil biológico, levando em consideração os aspectos físicos, intelectuais e psicológicos do indivíduo.

Diátese I                    

 Alérgica ou Artrítica

Predomina nos jovens e adolescentes. Os fenômenos patológicos são agudos mas raramente graves. Costuma evoluir com mais frequência para a diátese III (distônica).

Há um excesso de reações tanto comportamentais como sintomáticas.

Sinais comportamentais da Diátese I

Cansaço matinal – Hiperatividade para o fim do dia – Fadiga que desaparece com o esforço – Má memória episódica – Muito enérgico – Optimista – Nervoso – Colérico – Impulsivo

 Semiologias da Diátese I

Alérgica:                 Eczemas, Urticária de repetição, Asma alérgica, Sinusite alérgica

Cardiovascular :        Précordialgias, Taquicardia emocional, Hipotensão

Digestiva :                   Náuseas, Digestões lentas, Vómitos, Colite

Endócrina :               Disfunção tiroideia (hiper)

Urogenital  :             Dismenorreia, Urina ácida

Faneras  :                 Unhas quebradiças, Queda de cabelo, Artrite dentária

Reumatológica  :       Dores reflexas, Artrites agudas não deformantes, Ciática, Lombalgias

Riscos de evolução patológica da Diátese I

  • Hipotensão arterial (acima dos cinquenta anos)
  • Artrites crónicas
  • Litíase vesicular e renal
  • Asma crónica
  • Eczemas
  • Doença de Basedow
  • Fibromioma tumoral ou hemorrágico

 

Diátese II  

Hiposténica ou Artro-Tuberculosa

Caracteriza-se por hipotonia. Este terreno aproxima-se do Tuberculinismo dos homeopatas.

Encontra-se com frequência nas famílias cujos parentes (pais ou avós) sofrem ou sofreram de problemas respiratórios e de estados hiposténicos.

Sinais comportamentais da Diátese II

Fadiga progressiva por falta de resistência – Fatigável com o esforço – Má memória por falta de resistência – Medianamente enérgico – Moral irregular com indiferença – Tendência á reflexão – Calmo – Cauteloso – Sono muito bom.

Semiologias da Diátese II

Respiratória :               Rinites, Faringites, Laringites,Traqueítes, Bronquites, Sinusites

Linfática    :                  Adenites

Sistema Digestivo :     Perturb. duodenais, Enterocolite, Alternância de Diarreia e Obstipação

Urogenital      :          Cistites ligeiras reincidentes, Dismenorreias

Endócrina    :               Hipotireoidismo

Reticulo-Endotelial    : Anemia com Leucopenia

Osteo-Articular       :    Atraso na ossificação, Laxidez ligamentar

Pele        :                    Prurido, Eritemas polimorfos, Acne, Psoríase

Riscos de evolução patológica da Diátese II

  • Tuberculose em todas as suas formas
  • Reumatismos crónicos deformantes
  • Asma crónica
  • Bronquite crónica
  • Colite crónica esquerda
  • Ulcera duodenal

 

Diátese III

Distónica ou Neuro-artrítica

Esta diátese aparece normalmente no adulto, raramente é constitucional. Geralmente é a evolução da Diátese I (Diátese Alérgica não tratada).

É um sinal de alarme para o terapeuta, pois a instalação de disfunções orgânicas de degenerescência não estão longe.

Sinais comportamentais da Diátese III

Fadiga de manhã, voltando ao fim da tarde – Má memória que se acentua progressivamente – Ligeiro pessimismo com ansiedade – Sono mau com ansiedade.

Semiologias da Diátese III

Neurovegetativa:  Espasmos epigástricos, Inchaço das extremidades, Hemicranianas difusas

Circulatória   :         Hemorroidas, Pernas pesadas, Edemas dos membros inferiores, Varizes, Precordialgias

Digestivos   :            Aerofagia, Dispepsia, Gastrite, Colite espasmódica direita

Osteo-Articular    :  Algo-Neuro-Distrofias, Artrose, Estados gotosos

Pele               :         Urticária crónica, Eczema crónico, Líquen

Uro-Genitais      :    Oliguria, Uremia, Menopausa

Sinais Biológicos de Análise da Diátese III

  • Aumento da taxa de Ureia
  • Aumento da constante de Ambard
  • Alcalose
  • Anemia em alguns casos

Riscos de evolução patológica da Diátese III

  • Trombose
  • Enfarte do miocárdio
  • Arterite
  • Aortite
  • Ulceras Gastro-Duodenais
  • Artrose deformante, dolorosa, evolutiva
  • Uremia
  • Estados cancerosos

 

Diátese IV            

 Anérgica

Esta diátese nunca é constitucional. Geralmente é uma evolução das diáteses precedentes e, normalmente muito grave.

Aparece brutalmente após medicação prolongada e mal tolerada, principalmente nos tratamentos com antibióticos e em acidentes ou choques morais repetidos.

Sinais comportamentais da Diátese IV

Fadiga permanente – Má memória – Desconcentração – Falta de energia – Pessimismo com depressão – Apático e confuso – Sono mau com pesadelos .

Semiologias da Diátese IV

Infecciosa       :      Infecções de repetição, Otites, Anginas,Cistites, Febre inexplicável

Osteo-Articulares :     Reumatismo evolutivo, Osteomielites

Pele         :             Furúnculos de repetição, Acne, Antraz

Sinais Biológicos de Análise da Diátese IV

  • A V.S. pode estar aumentada
  • Perturbações no hemograma
  • Alcalinidade aumentada
  • Fator rH aumentado

Riscos de evolução patológica da Diátese IV

  • Anergia total
  • Sistema imunológico em disfunção
  • Tuberculose local ou geral
  • Reumatismos crónicos graves
  • Poliartrite evolutiva
  • Rectocolite hemorrágica
  • Leucemia
  • Estados cancerosos
  • Senescência precoce e irreversível

 

Diátese V

Síndrome de Desadaptação

Não é propriamente uma Diátese (apesar de alguns autores considerarem o Síndrome de Desadaptação como Diátese V) mas sim uma modalidade “reacional” ao agravamento dos sintomas de uma das Diáteses anteriores.

Este Síndrome joga de maneira prioritária com o Sistema Endócrino e em particular com o Hipofiso-Suprarenal.

Sinais Comportamentais da Diátese V

Quebra súbita de energia – Moral irregular com indiferença  – Alternância de carácter – Sonolência – Distúrbios genitais e endócrinos.

Semiologias da Diátese V

Disfunções Endócrinas:

  •             Hipófise-Genital      Distúrbios menstruais, Menopausa
  •             Hipofiso-Suprarenal   Com Impotência, Com Frigidez
  •             Hipófise-Pancreático  Hipoglicémia, Distúrbios digestivos
  •             Síndrome prostático

Riscos de evolução patológica da Diátese V

Não são específicos, pois dependem de Diáteses anteriores, podem no entanto incluir-se nesta categoria os:

  • Síndromes adiposo-genitais

  • As Prostatites crónicas

  • O Mongolismo

 

 

Gratidão,

Márcia Cristina

Márcia Zahara

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